segunda-feira, 18 de julho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Estive a reler o meu Blog. E entre profecias concretizadas e palavras de gente grande, sinto que envelheci seis mil anos.
Mas as lembranças são boas, as amarguras minhas foram escolhas, vivo e convivo com elas.
Por isso sim, daqui a duas semanas tenho que ir, uma vez mais, de viagem.
Norte de África, Tailândia, México. Tudo isto está em cima da mesa e daqui a uns dias decido.
As muitas cidades de Itália foram lindas, mas desta vez preciso de sorrisos, palavras desconhecidas, noites perdidas.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Estou perto, dentro de um caos maior que uma Supernova, de aprender a ser em paz.
Quanto
tempo irá durar este semi-silencio. Está tudo na nossa cabeça, uma vida, mil vidas, misturadas entre desgostos, mortes em duelos, de costas voltadas, a caminhar em direção ao pinhal. Todo ele em chamas, um tornar, cento e oitenta graus, um tiro - a vida foi-se, mas a morte ficou - não existe. Por isso bate, bate-me, sem parar, um coração em busca de sangue, de oxigénio, do canto de um pulsar, de um tomar, o dito pelo não dito. Amar.
A ineptidão da vida, a sua finitude, atormenta-me mais e mais. Por um lado rio . mais do que nunca. Por outro um mar de lágrimas. Sem coerência no gritar, prefiro não escutar. Escrever é bem mais fácil, música, quarto escuro, cama. O Baixo em tons demasiado altos - para ouvir sem recear o vizinho. Acordar.
Que riscos valem a pena correr, que filhos ter, que sementes plantar, que legado deixar. Não há grandeza altruísta que justifique encher o peito. Tenho dois diabos mascarados de inimigos um do outro. Na verdade, conhecem-se melhor do que ninguém. Um diz, Cresce. O outro, Nunca serás grande o suficiente para amadurecer. De podre já caíram a maior parte das minhas tristezas. Só me falta germinar.
Na verdade sou profundamente triste, por me sentir tão feliz, tão indiferente. Todas as dores dos meus parecem-me inúteis, pré-concebidas, sem medidas. Um rasgo nas calcas, de tanto cair, faz-me querer despir, andar nú. Mas se todos os tolos fossem reis, teria eu a coroa maior?
Falta-me empatia para querer reger um reino de loucos.
Haverá alguma construção social, que nos faça sentir abrigados. Algo, que nos faça querer crer. Religião é um ladrão, um monstro escuro, mascarado de luz, escondido em livros negros, mas isso são panos para mais mangas. Ou calcas, rasgadas. De tanto correr, cair, cozer, fugir.
Então o que sobra?
A esperança, de numa realidade paralela, a coragem, a ausência da chantagem, da desvantagem, à sua imagem. Feitos para errar, eu descobri que estou aqui para nascer, e depois morrer. No meio há o haver, sem sentido de ser. Ser.
P.S.: Desde janeiro que trabalho com rapazes refugiados. Tomo conta deles, ajudo-lhes nos trabalhos de casa, como e brinco com eles. Mas principalmente falo de bola, eles adoram bola, que substituí o Sol, que aqui é tímido. São miúdos menores de idade que chegam à Europa sem família e sonham com uma vida melhor. Sem o barulho dos fogos de artificio. Trazem estórias de superação que me tiram o ar. Este trabalho tem-me dado uma luz interior que pensava ter perdido à muito. E mesmo que por vezes lhe cuspa de raiva, continuo a acreditar que existe um Deus, feito apenas de luz, que nos conduz. E é por isso que todas as noites, ao me deitar, agradeço. Os pedidos deixo para quem realmente precisa. Perdidos no mar.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
doce
Com esta teoria de um tal de "Umcalhau" confirmada, dei por mim ás voltas nas ondas, onde pensava já navegar não à quase uma década. lembro-me que na altura o mundo era plano e redondo, em vibração e calmo, onde tudo era possível e ao mesmo tempo cheio de ocos actos.
O destino tinha para nós reservado, algo de impensável e saboroso. Aquele iogurte de baunilha que passou do prazo faz tempo, no fundo do frio, mas que nós mesmo assim provamos, porque todos sabem que iogurtes duram e duram. Mas por mais boa vontade que os germes tenham, e as bactérias insistam.
O tempo não pára. Ou andas para a frente, ou para trás. mas parar não pára, segue, qual comboio inglês, algures na Índia. reparado aqui e ali, até ser completamente substituído, apesar de na superfície parecer o mesmo.
Queria eu ter um relógio religioso, que apontasse sempre para o meio dia. E eu sempre com a esperança que a praia estivesse perto, uma cabana, um pequeno café, gentes interessantes com quem conversar, fora de um turismo montanha.
Encontrei isso em Goa, pouco antes de voltar daquela que foi a viagem da minha vida. Por isso voltei com tamanho optimismo, apesar daquilo que vi, e aquilo que escrevi naquele diário esquisito.
O Nepal foi diferente, Israel um abrir de olhos, Egito serviu mais para confirmar preconceitos.
Itália foi uma viagem a ver a moderna materialidade e o perigo a todo o instante -de ficar preso neste mundo- porque a beleza superficial das ruas, da arte, das mulheres, dos bares, da boémia, do vinho, é deveras bello. No fim, foi a viagem feita sozinho, num carro e bicicleta, que me prendeu ao ser que sou, mesmo que magnetizado pelas grandes cidades e pelas lindas aldeias, os grandes castelos em forma de igrejas, os bares cheios até madrugada, possíveis romances que deixei de lado. Tudo isso fez-me gostar do luxo que é viver ao sabor do cifrão. E ter a certeza que não é para mim. Que alivio.
Tudo isso é tão longe de uma conversa de almas no chão, na varanda, sem vozes, gritos de ciúmes e ódio, amores sem qualquer forma de se realizarem, qual Hancock a ver a alma gémea morrer. O vinho pode ficar. Assim como as madrugadas.
Mas estou a fugir ao assunto: tentei morrer durante uns anos, na esperança de um novo eu nascer. Feliz por não ter que viver rodeado de nuvens negras, cães enormes, rodeado de crianças nos cantos de um quarto escuro. sou eu o sou, e durante muito tempo, fui o eu. Cheio de Karma, sem destino, criado por crias, cantado aos ventos de um deus, que me visita de vez em quando e dizia: eu não estou aqui. Qual criador, que faz a diferença entre sobre e o viver.
No fundo, quis ser monge durante seis anos ela segurou-me, prendeu-me à terra, disse: fica.. e eu fiquei, como a matemática se sente atraída pelos números. Na verdade, disfarça-se de oito deitado, para momentos de faz-de-conta. Depois há o amor, que fica sempre. Apesar de eu não acreditar que existe, é isso que fica: O faz-de-conta que a matemática resolve tudo, separadamente. no fim, vêm ondas quânticas e misturam tudo, espírito e corpo.
Se achas que a areia da praia é linda, nunca viste um verdadeiro calhau. A fonte desgraduada, em forma de gigantes, antes de morrerem. Para algo maravilhoso.
Ainda que o tempo não pare. Ou anda para trás, ou anda para a frente. E eu aqui: à espera da onda perfeita, voar pelos oceanos, à procura da tempestade perfeita.
O destino tinha para nós reservado, algo de impensável e saboroso. Aquele iogurte de baunilha que passou do prazo faz tempo, no fundo do frio, mas que nós mesmo assim provamos, porque todos sabem que iogurtes duram e duram. Mas por mais boa vontade que os germes tenham, e as bactérias insistam.
O tempo não pára. Ou andas para a frente, ou para trás. mas parar não pára, segue, qual comboio inglês, algures na Índia. reparado aqui e ali, até ser completamente substituído, apesar de na superfície parecer o mesmo.
Queria eu ter um relógio religioso, que apontasse sempre para o meio dia. E eu sempre com a esperança que a praia estivesse perto, uma cabana, um pequeno café, gentes interessantes com quem conversar, fora de um turismo montanha.
Encontrei isso em Goa, pouco antes de voltar daquela que foi a viagem da minha vida. Por isso voltei com tamanho optimismo, apesar daquilo que vi, e aquilo que escrevi naquele diário esquisito.
O Nepal foi diferente, Israel um abrir de olhos, Egito serviu mais para confirmar preconceitos.
Itália foi uma viagem a ver a moderna materialidade e o perigo a todo o instante -de ficar preso neste mundo- porque a beleza superficial das ruas, da arte, das mulheres, dos bares, da boémia, do vinho, é deveras bello. No fim, foi a viagem feita sozinho, num carro e bicicleta, que me prendeu ao ser que sou, mesmo que magnetizado pelas grandes cidades e pelas lindas aldeias, os grandes castelos em forma de igrejas, os bares cheios até madrugada, possíveis romances que deixei de lado. Tudo isso fez-me gostar do luxo que é viver ao sabor do cifrão. E ter a certeza que não é para mim. Que alivio.
Tudo isso é tão longe de uma conversa de almas no chão, na varanda, sem vozes, gritos de ciúmes e ódio, amores sem qualquer forma de se realizarem, qual Hancock a ver a alma gémea morrer. O vinho pode ficar. Assim como as madrugadas.
Mas estou a fugir ao assunto: tentei morrer durante uns anos, na esperança de um novo eu nascer. Feliz por não ter que viver rodeado de nuvens negras, cães enormes, rodeado de crianças nos cantos de um quarto escuro. sou eu o sou, e durante muito tempo, fui o eu. Cheio de Karma, sem destino, criado por crias, cantado aos ventos de um deus, que me visita de vez em quando e dizia: eu não estou aqui. Qual criador, que faz a diferença entre sobre e o viver.
No fundo, quis ser monge durante seis anos ela segurou-me, prendeu-me à terra, disse: fica.. e eu fiquei, como a matemática se sente atraída pelos números. Na verdade, disfarça-se de oito deitado, para momentos de faz-de-conta. Depois há o amor, que fica sempre. Apesar de eu não acreditar que existe, é isso que fica: O faz-de-conta que a matemática resolve tudo, separadamente. no fim, vêm ondas quânticas e misturam tudo, espírito e corpo.
Se achas que a areia da praia é linda, nunca viste um verdadeiro calhau. A fonte desgraduada, em forma de gigantes, antes de morrerem. Para algo maravilhoso.
Ainda que o tempo não pare. Ou anda para trás, ou anda para a frente. E eu aqui: à espera da onda perfeita, voar pelos oceanos, à procura da tempestade perfeita.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Fui passar o fim do ano com amigos, passei 6 horas num carro. No caminho dei boleia a uma pessoa que vive em Espanha. Estava a ir para casa na Lituânia passar uma semana com a família, quando o carro estragou. Acabamos por falar por horas e levei-o bem além do planeado. Queria o destino que tivesse um Jipe em África. E pela noite adentro acabou por me convidar. E eu disse: sim - Desde então temos vindo a planear. O meu primeiro continente portanto será África. E depois logo se verá. O que eu sei é:
Chega de tristezas. Realizei um sonho, vivo como treinador e amo o que faço. Agora, já não gasto dinheiro em quase nada e o plano começa a ganhar contornos lindos. Sei que vai ser assim, o peito bate, o brilho do mundo voltou. E o medo desapareceu. Sim, é isto a vida. Pelo menos um ano, a partir de Agosto. Em cada linha planeada, um suspiro de alívio.
E de um dia para o outro, o apreciar da neve nas árvores, a beleza das pedras bicudas. A vida, chama por mim.
Sim, era ser feliz a matriz.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Heart of Gold
I hate
mainstream
and then again, I hear to these shitty songs and...
"I can be strong when I want to be,
You think I'm weak cause you can tear me apart with the words that you speak
You think you're in control
But you don't understand how much you're wrong
You choose to lash out at me, I've done nothing wrong
All you crave is attention and just to be loved
You need to be loved
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
Is there not enough to use your love for me
To get past the things who cause you envy and hate
And the fights that they bring
You say you're looked on as small
Can't understand why you don't have it all
But you don't know how I fight for you and believe in your aims
I just wanna do right by you, forget what has changed
'Cause nothing is changed
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
But you have to be so mean
You're such a drama queen
The way you prey on every weakness that you see in me
To make you strong, you are alone
So don't pretend like you can hardly breathe
Like it's down to me
'Cause it's so unfair that you can't succeed, but you're so wrong
We're still so young
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you""
You think I'm weak cause you can tear me apart with the words that you speak
You think you're in control
But you don't understand how much you're wrong
You choose to lash out at me, I've done nothing wrong
All you crave is attention and just to be loved
You need to be loved
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
Is there not enough to use your love for me
To get past the things who cause you envy and hate
And the fights that they bring
You say you're looked on as small
Can't understand why you don't have it all
But you don't know how I fight for you and believe in your aims
I just wanna do right by you, forget what has changed
'Cause nothing is changed
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
But you have to be so mean
You're such a drama queen
The way you prey on every weakness that you see in me
To make you strong, you are alone
So don't pretend like you can hardly breathe
Like it's down to me
'Cause it's so unfair that you can't succeed, but you're so wrong
We're still so young
And I want to be free
When my heart is made from gold
And forgiveness seems too bold
I still find it in my heart
To say "I love you"
When my heart is made from gold
And the hurt is just too bold
I still find it in my heart
To say "I love you""
domingo, 20 de dezembro de 2015
"Cry"
I have seen peace. I have seen pain,
Resting on the shoulders of your name.
Do you see the truth through all their lies?
Do you see the world through troubled eyes?
And if you want to talk about it anymore,
Lie here on the floor and cry on my shoulder,
I'm a friend.
I have seen birth. I have seen death.
Lived to see a lover's final breath.
Do you see my guilt? Should I feel fright?
Is the fire of hesitation burning bright?
And if you want to talk about it once again,
On you I depend. I'll cry on your shoulder.
You're a friend.
You and I have lived through many things.
I'll hold on to your heart.
I wouldn't cry for anything,
But don't go tearing your life apart.
I have seen fear. I have seen faith.
Seen the look of anger on your face.
And if you want to talk about what will be,
Come and sit with me, and cry on my shoulder,
I'm a friend.
And if you want to talk about it anymore,
Lie here on the floor and cry on my shoulder,
I'm a friend.
I have seen peace. I have seen pain,
Resting on the shoulders of your name.
Do you see the truth through all their lies?
Do you see the world through troubled eyes?
And if you want to talk about it anymore,
Lie here on the floor and cry on my shoulder,
I'm a friend.
I have seen birth. I have seen death.
Lived to see a lover's final breath.
Do you see my guilt? Should I feel fright?
Is the fire of hesitation burning bright?
And if you want to talk about it once again,
On you I depend. I'll cry on your shoulder.
You're a friend.
You and I have lived through many things.
I'll hold on to your heart.
I wouldn't cry for anything,
But don't go tearing your life apart.
I have seen fear. I have seen faith.
Seen the look of anger on your face.
And if you want to talk about what will be,
Come and sit with me, and cry on my shoulder,
I'm a friend.
And if you want to talk about it anymore,
Lie here on the floor and cry on my shoulder,
I'm a friend.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Quando vim para a Alemanha, deixei um mundo sem família para trás. Vim à
procura de um sonho, e mais ainda, vim porque me sentia sem tecto, cada
vez que me sentava no meu quarto...
Mas deixei alguém tão querido -para trás- -
Alguém que até hoje me faz o coração bater mais devagar. Como que em meditação, debaixo de água.
Alguém que me percebeu com a primeira linha que escreveu. Não há perdão para a arrogância de pensar saber-se as leis do tempo, que tudo se esquece. Almas não se esquecem . E eu pensei saber quem era, o que queria e o que sentia...
Apetece-me ser sacudido por um grito, que me penteia com uma voz -toda ela em vento-.
Mas deixei alguém tão querido -para trás- -
Alguém que até hoje me faz o coração bater mais devagar. Como que em meditação, debaixo de água.
Alguém que me percebeu com a primeira linha que escreveu. Não há perdão para a arrogância de pensar saber-se as leis do tempo, que tudo se esquece. Almas não se esquecem . E eu pensei saber quem era, o que queria e o que sentia...
Apetece-me ser sacudido por um grito, que me penteia com uma voz -toda ela em vento-.
Quero ser um soldado do mundo. Sem espiritualidade. Quero um mundo recto. Sem perder tempo com vírgulas.
Quando voltei da Índia senti-me completo. Sem necessidade de voltar a ter nada. Abdiquei de quase tudo. Sem material sentia-me livre. Depois a depressão do meu melhor amigo, meu irmão . Nós, juntos, vamos conseguir. Eu vivo contigo, tomo conta de ti. Sim, a nossa forca vital chega para isto tudo, e muito mais. As minhas duas irmãs, num tipo de seita que me faz acreditar num deus. Que só pode estar a gozar, como diziam os magos indianos. É tudo um jogo. E os dados viciados.
Agora a tua perda foi demais. Já nao tenho fogo algum. É tudo gelo.
Quando voltei da Índia senti-me completo. Sem necessidade de voltar a ter nada. Abdiquei de quase tudo. Sem material sentia-me livre. Depois a depressão do meu melhor amigo, meu irmão . Nós, juntos, vamos conseguir. Eu vivo contigo, tomo conta de ti. Sim, a nossa forca vital chega para isto tudo, e muito mais. As minhas duas irmãs, num tipo de seita que me faz acreditar num deus. Que só pode estar a gozar, como diziam os magos indianos. É tudo um jogo. E os dados viciados.
Agora a tua perda foi demais. Já nao tenho fogo algum. É tudo gelo.
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