Amargura tonta, que sorri quando chora. O fado leva-nos a todo o lado, pára e retorna-nos sempre ao mesmo lugar. Será que temos a voz de MadreDeus dentro de nós, chamando-nos cegos, algo que nos puxa o céu debaixo dos pés, gritando que o esquecimento é uma bênção do vento, que nos liga aos momentos finos de alegria infinitos, que se desfazem num piscar de olhos. Assim.
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